Esta história é meio verídica, mas se perguntarem ao João ele vai negá-la taxativamente.
O João foi até em casa almoçar depois de trabalhar das 8:30h até às 12:00 numa loja de departamentos
em sua cidade. Almoçou, trocou de camisa, pois o calor era Senegalês e pôs os pés na estrada para voltar ao trabalho.
Levava em torno de quinze minutos, mas naquele dia o trajeto parecia ser maior, apesar de ser igual ao de todos os dias.
Logo na segunda quadra, após sua casa, João tinha que passar perto de um descampado que era cercado arame farpado e que servia para prender os bois do Sr. Sérgio. Até aí, tudo bem, mas chegando perto um, não, dois, não, três quero-queros se assustaram e preocupados com o ninho onde estavam os "quero-querozinhos", voaram em alta velocidade em direção ao João, fazendo razantes assutadores e parecendo estarem com fortes intenções de ferrar com ele.
João se debatia, e batia nos pássaros, mas o ataque era insistente. Enquanto um vinha por um lado os outros vinham pelo outro e fizeram João correr ladeira abaixo em busca de melhor sorte e de paz, já que não fizera nada para deixar os "passarinhos" tão enlouquecidos.
Conseguiu fugir, mas deixou um rastro de gargalhadas por onde passou, pois muitas pessoas sairam para a rua assustados com os gritos e a luta que travavam e a cena inusitada propiciou frouxos de risos em quem parava para entender o acontecido.
Mais tarde, com a massificação da história, João ficou conhecido como "o João dos quero-queros" sem ilação a loja de departamentos em que ele trabalhava.
Este não é um artigo pago e nao tem nenhuma intenção publicitária!
Esse texto me foi enviado pelo Paulo R. Diesel, muito obrigado pela colaboração.. já que nos últimos dias andava meio atarefada, e sem tempo para escrever.
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